Crônica: To Kill a Reader
Pixabay Relutava. Há dois dias tentava vencer as poucas mais de cem páginas restantes, mas as minhas vinte e quatro horas não eram como as de todo mundo. Dei as costas para o balcão e acabara de sentar quando, de longe, vi um velho parado à porta, a me fitar. Lá fora, o sol pairava sobre a copa das árvores. Não havia sinais de nuvens — o tal céu de brigadeiro, não é?
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